Curitiba, 
Nova pagina 1
  MENU PRINCIPAL
 Galeria de Fotos
 Fale Conosco
 Usuários
 Pagina Inicial
 Presidentes do Brasil
 Busca de Cep
 Busca de Cartórios
 Conheça o Brasil
 Governadores do Paraná - Imperial
 Governadores do Paraná - Republicano
COLUNAS LC
 Acidente de trabalho
 Ambiental
 Aposentadoria
 Arbitragem
 Atividade eventual
 Bancos
 Bem de Família
 Câmaras de Vereadores
 Cartão de crédito
 Célebres Julgamentos
 Conselho Nacional de Justiça
 Conselho Nacional de Justiça(CNJ)
 Conselho Tutelar
 Constituição Federal
 Contratos
 Cooperativas de crédito
 Cooperativas de Trabalho
 Crianças e Adolescentes
 Danos morais
 Direito Constitucional
 Direito do Consumidor
 Direito Empresarial
 Direitos do Empregador
 Direitos doTrabalhador
 Discriminação
 Emenda Constitucional 45/04
 Frases que marcaram
 Hist.Partidos Políticos
 IDOSOS
 Juizados Especiais
 Juizados Especiais
 Justa Causa
 Justiça Eleitoral
 Justiça On-Line
 Latim
 Leis
 Magistratura
 Ministério Público
 Municípios
 O.A.B
 Pensão Alimentícia
 Pensionistas
 Poder é Poder
 Portadores de Necessidades Especiais
 Precatórios
 Prefeituras
 RECURSOS
 Rural
 Sindicatos
 SÚMULAS
 TERCEIRIZAÇÃO
 Terceiro Setor
 Textos sucintos e interessantes
 Trabalhista
 União Estável
  NEWS LETTER
  
Governo pode anunciar hoje tarifas de energia para concessões que vencem entre 2015 e 2017

Brasília – O Ministério de Minas e Energia deve divulgar ainda hoje (1°) as novas tarifas e o valor das indenizações a serem pagas a geradoras e transmissoras de energia com concessões a vencer de 2015 a 2017.

O ministro interino de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, reuniu-se pela manhã com a presidenta Dilma Rousseff para tratar do assunto, mas não falou com a imprensa após o encontro.

O cronograma da Medida Provisória (MP) 579 prevê que as informações sobre as novas tarifas e indenizações seriam publicadas na edição de hoje do Diário Oficial da União, o que não ocorreu. A assessoria de imprensa do ministério informou que esse cronograma será cumprido, mas não confirmou se haverá edição extra da publicação.

A MP 579 reduz as tarifas de energia e prorroga as concessões com previsão de vencimento entre 2015 e 2017. As concessões que não forem renovadas serão leiloadas novamente. O objetivo final, segundo o governo, é baixar o custo da energia elétrica no país.

Kelly Oliveira e Yara Aquino - Repórteres da Agência Brasil

Edição: Davi Oliveira

Fonte : Agência Brasil
01/11/2012 - 12h55

Economistas divergem sobre estratégia de fazer uma reforma tributária 'fatiada'

Com a promessa de simplificar a cobrança do PIS e da Cofins, o governo federal deixou mais evidente a estratégia da "reforma tributária fatiada". Economistas e especialistas em tributação não são, em geral, contra uma reforma a conta-gotas, porque alterações gradativas podem ser mais eficazes ao pulverizar reações negativas. As "fatias" permitem ainda testar e avançar aos poucos.
O problema, dizem alguns, está na falta de divulgação de um programa de mudanças a longo prazo e da falta de publicidade dos critérios que norteiam as prioridades e os setores contemplados com benefícios.

José Roberto Afonso, especialista em contas públicas, exemplifica com a desoneração da folha de pagamento, benefício pelo qual as empresas, em vez de recolher 20% sobre folha de salários, pagam contribuição previdenciária que varia de 1% a 2% do faturamento bruto.

Há um ano, diz Afonso, quando a desoneração começou, os critérios dos setores beneficiados eram claros. "A desoneração seguia três critérios: era para indústria, para segmentos intensivos em mão de obra e vulneráveis à concorrência internacional", afirma. "Atualmente, o benefício alcança 40 setores e eu não sei mais quais são os critérios."

Afonso cita o segmento de hotelaria, beneficiado com a desoneração desde agosto, com recolhimento de contribuição previdenciária a 2% sobre faturamento. "Os hotéis usam muita mão de obra, mas não são indústria e não sofrem concorrência internacional", diz. Além disso, lembra, o setor está com demanda alta.

O especialista em contas públicas Amir Khair tem opinião semelhante. Diz que o governo deveria tornar público um programa de reforma tributária, com as alterações planejadas e os prazos de implementação. Isso permitiria verificar se um benefício está sendo aplicado a determinado setor em razão do programa estabelecido ou por conta de um "lobby" eficiente do segmento.

Bernard Appy, diretor da LCA Consultores, não enxerga vantagem no anúncio de um programa. "Não sei se essa divulgação ajudaria ou atrapalharia." Para ele, isso poderia antecipar discussões e inviabilizar a implementação da reforma em pedaços, estratégia que considera positiva. O importante, para ele, é que o governo indique que as alterações terão continuidade.

"Não vejo problema em mudar aos poucos, desde que não se mude pouco", diz Afonso, sobre a mudança fatiada. A desoneração de folha, argumenta, está em vigor há tempo suficiente - desde dezembro - em alguns setores e não é possível fazer uma avaliação. Diz que os depoimentos das empresas indicam que os efeitos da medida são diversos.

"O que importa é o resultado conjunto no setor, mas não temos esses dados, porque não foram divulgados os resultados da arrecadação da contribuição previdenciária nos setores beneficiados", afirma Afonso.

Para Khair, a desoneração de folha é medida necessária. Mas e lembra que a contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) sustenta o sistema previdenciário. A lei que criou a desoneração estabelece que o Tesouro deve ressarcir o valor de renúncia fiscal à Previdência. "É importante que o governo federal garanta esse ressarcimento."

O cenário atual, diz Khair, é propício à redução de carga tributária e consequente renúncia fiscal. Para ele, a redução da taxa básica de juros, que remunera a dívida pública, dá uma folga ao governo federal para elevar a renúncia fiscal.

Appy diz que as mudanças pretendidas pelo governo federal dão às alterações em curso dimensão de reforma tributária. Não é pouco, segundo ele, tentar alterar a cobrança do ICMS para o destino e acabar com a cumulatividade do PIS e da Cofins.

Ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Appy diz que a tributação no destino de mercadorias com conteúdo importado superior a 40% pode ser considerado um passo na direção de fazer o ICMS todo deixar de ser cobrado na origem. No ano que vem, avalia Appy, haverá "ruídos" para a implementação da alíquota única interestadual de ICMS para importados. Essa experiência, argumenta, pode ser importante para a cobrança de todo o imposto no destino.

Ainda sem proposta formal, a promessa de simplificar o PIS e a Cofins gera controvérsias. Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal, diz que, para simplificar, basta apenas que se esclareça o que dá ou não direito a crédito. Segundo ele, não seria preciso trazer empresas que atualmente pagam as duas contribuições de forma cumulativa para o sistema não cumulativo.

Para Afonso, a discussão atual de PIS e Cofins mostra que a desoneração de folha salarial poderia ter criado uma contribuição previdenciária sobre faturamento líquido e não bruto. É confuso tirar a cumulatividade do PIS e da Cofins, argumenta, e criar uma nova incidência sobre faturamento bruto. Esse tipo de tributação, diz, dá origem a uma nova cumulatividade.

Para Afonso, uma mudança no PIS e na Cofins deve incluir também uma solução para os créditos acumulados dos dois tributos. Se for realmente criado um sistema em que tudo que a empresa adquire gera crédito, haverá, alega, aumento dos créditos acumulados.

Tributaristas temem elevação da carga para empresas

Tributaristas dizem que a desoneração de folha de pagamento teve efeito muito diverso sobre as empresas e temem que mudanças no PIS e na Cofins provoquem aumento de carga tributária.

Fabiana Chagas, do Glézio Rocha Advogados, diz ser possível distinguir medidas emergenciais - redução do IPI para automóveis e linha branca - de instrumentos que parecem ser definitivos, como unificação do ICMS interestadual para importados e a simplificação do PIS e da Cofins, no conjunto de medidas tributárias aplicadas recentemente ou em estudo pelo governo.

Para Fabiana, algumas medidas ainda precisam de ajustes, como a desoneração de folha. O efeito do benefício, diz a advogada, varia conforme a empresa. Depende do peso da folha de salários em relação ao faturamento e também do percentual do faturamento que está submetido ao benefício. Algumas empresas, afirma, possuem um mix de atividades e, por isso, pagam parte da contribuição previdenciária sobre folha e parte sobre faturamento.

Para José Roberto Martinez, tributarista do escritório L.O. Baptista, a desoneração é uma medida paliativa. O advogado é contra uma reforma em fatias. "Algumas medidas são imediatistas e perdem o foco de uma organização mais geral."

Fabiana receia que a prometida simplificação do PIS e da Cofins seja desfavorável para as empresas. Diz que a implantação do PIS e da Cofins não cumulativos, iniciada em 2003, trouxe aumento de carga para as empresas. Para ela, isso poderá acontecer, se empresas, que hoje pagam 3,65% de PIS e Cofins no regime cumulativo, forem obrigadas a recolher 9,25% dos mesmos tributos no sistema não cumulativo. (MW)

Texto confeccionado por: Marta Watanabe

Fonte : Valor Econômico

Sitecontabil
30/10/2012

“O sistema financeiro despertou para o potencial das pequenas empresas”

Com um currículo exemplar, conquistado por longos anos de experiência, Alencar Burti, que já foi presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), hoje está à frente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostrando um espírito empreendedor e ávido por novos conhecimentos, apesar de seus 82 anos. “Eu costumo falar que estou na quinta infância, pois me permite argumentar que ainda preciso conhecer mais. Do auge das minhas oito décadas de vida, tenho consciência do que ainda não sei. Estar na quarta idade é horrível”, brinca ao conversar com o Brasil Econômico, durante intervalo na Feira do Empreendedor, aberta ao público até ontem no Expor Center Norte, em São Paulo.
Em entrevista exclusiva, Burti afirma que o acesso das micros, pequenas e médias empresas (MPEs) ao mercado financeiro começa a ganhar escala depois de longos anos de batalha. Segundo ele, a porta para esse sucesso, responsável por proporcionar investimentos e ampliar a capacidade produtiva e tecnológica, é o reconhecimento de que esse grupo representa 95% do universo de empresas no Brasil e gera 60% dos empregos. “Os bancos perceberam que estavam deixando de fora um público importante para eles”, afirmou. Isso acontecia, de acordo com Burti, por haver receio e dúvidas sobre o segmento. “Na prática os bancos pensavam da seguinte maneira : vale a pena dividir a atenção dispensada aos 5% do público, formado por grandes empresas, e responsável por 60% da receita da instituição financeira com os 95% formados pelos pequenos, que geram retorno de 35% a 40%?”, refletiu, mencionando que o universo das micro e pequenas empresas ainda era pouco conhecido pelos bancos. “Essa falta de conhecimento abria uma brecha para que os cuidados tomados contra os possíveis riscos fossem exagerados”, frisou.

Burti também refletiu sobre a burocracia e a alta carga tributária brasileira, consideradas dois grandes inibidoras dos investimentos privados, apontadas ainda como responsáveis pelo elevada taxa de mortalidade das MPEs. “O índice chega hoje a 29% no primeiro ano. Esse percentual caiu bem quando comparado aos 52% computados na primeira gestão do Sebrae, há 10 anos, mas ainda é muito. E os responsáveis por isso são a burocracia e os altos tributos”, opinou. Apesar de divulgar que o Sebrae está trabalhando em um projeto nesse sentido, que será apresentado à Assembleia Legislativa, o presidente da entidade diz que sem um esforço conjunto da sociedade organizada, exercendo pressão sobre a realidade, o problema não será superado. “Sem isso, não vai mudar. Esse excesso de burocracia leva ao aumento da informalidade. Quem não sobrevive, fecha e vai atrás de outras alternativas. Não se pode matar quem quer crescer”, disse. Para ele, há dois tipos de empreendedores: aquele com vocação natural e o que nasce da necessidade de sobrevivência. Contudo, ambos precisam de apoio para crescer e progredir.

Ao que parece, 2012 é o ano de destaque para as micro, pequenas e médias empresas, (MPEs), já que o segmento tem ganhado atenção especial de todo o mercado, sobretudo do setor financeiro. Isso tem de fato acontecido? Qual é o resultado?

Sim. O setor financeiro acordou, começando por atender ao meu ramo, o de automóveis, que é o sucesso do presente. Isso fez com que fossem abertas oportunidades para o ingresso de MPEs no universo do crédito. Com o acesso às linhas de financiamento, os pequenos empresários passam a comprar coisas que até então faziam parte apenas de um sonho e não da realidade. E essa nova realidade que o pequeno empreendedor está trazendo para a economia nacional é apenas o início. O sistema financeiro viu o quanto estava perdendo por não atender aos pequenos.

Do total de empresas no Brasil, qual o percentual formado por MPEs e quanto elas geram de emprego?

Cerca de 95% das empresas no Brasil são de pequeno porte, que juntas detêm 60% da mão de obra empregada no país.

Por que as instituições financeiras demoraram tanto a se voltar para as MPEs. Havia alguma indisposição contra esse perfil de empresa?

Não tinham nada contra, mas havia um receio, dúvidas, como, por exemplo, se era interessante dividir a atenção dada aos 5% das empresas de grande porte, responsáveis por 60% da receita da instituição financeira, com as MPEs que davam retorno de 35% a 40%, mas que eram pouco conhecidas pelos bancos.Essa falta de conhecimento abria uma brecha para que os cuidados tomados fossem exagerados.

Mas o que mudou agora? Recentemente, o Banco do Brasil anunciou a abertura de uma linha de crédito direcionada às MPEs...

Os bancos perceberam que era importante não só pelo retorno financeiro que teriam, mas também pela imagem social. Por exemplo, aqui na Feira do Empreendedor (realizada de 25 a 28 de outubro em São Paulo), além das instituições públicas como a Caixa Econômica, temos também agentes financeiros privados, como o Santander e o Bradesco, que até me convidou para fazer uma foto.

Mas até então as instituições bancárias eram vistas com maus olhos pelos empreendedores?

Essa história de que o banco é bandido não existe, não é nada disso. Nós (os pequenos) precisamos deles, assim como eles precisam de nós. Outra coisa, na medida que o banco empresta, ele vigia, porque o R$ 1 que ele tem a receber do pequeno empresário é tão importante quanto o R$ 1 milhão do grande.

Então as instituições financeiras estão de fato convencidas de que é vantajoso fazer negócio com os pequenos empresários?

As pessoas aprenderam a fazer poupança, a administrar o dinheiro, o patrimônio, pois começam a pensar no futuro. Então, isso leva o banco a oferecer muito mais que um financiamento. Essa consciência surgiu também no governo, que percebeu que politicamente era importantíssimo despertar para isso.

Apesar desse avanço, as MPEs ainda sofrem com as altas cargas tributárias. Há alguma saída no curto prazo?

O prolongamento do prazo de pagamentos de tributos é uma boa alternativa, pois acaba gerando mais incentivos ao investimento. Isso já está sendo proposto pela Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio) que propõe o pagamento dos tributos em até seis meses.

E, quanto a inflação, qual o melhor caminho para mantê-la controlada?

O maior instrumento nesse sentido é fomentar a competição, com o aumento da oferta de produtos disponíveis no mercado. Mas para que ela seja estimulada é preciso acabar com a burocracia e os altos tributos. Isso impede uma maior oferta de produtos no mercado.

Mas, ao reduzir juros e tributos, a percepção das esferas do governo é de perda de receita.

É muito importante prestar a atenção nesse ponto. Há espaço para redução desses dois fatores, que levarão ao aumento da receita, e não o contrário. Veja, a diminuição de tributos estimula o surgimento de mais produtos, que consequentemente gerarão mais arrecadação. É um efeito multiplicador. O que é mais vantajoso, trabalhar dessa forma ou continuar estimulando a informalidade? O pequeno empreendedor vai mudar o mundo.

O cenário começa a se mostrar mais favorável às MPEs, mas a taxa de mortalidade do segmento ainda é muito elevada...

É verdade. Ela chega a 29% no primeiro ano. Esse percentual caiu bem quando comparado aos 52% computados na primeira gestão do Sebrae, há 10 anos, mas ainda é muito. E os responsáveis por isso são a burocracia e os altos tributos.

Muitas vezes um negócio não dá certo e o empreendedor busca uma nova ideia para pôr em prática. Mas a dificuldade ao fechar a primeira empresa pode ser um complicador...

Isso acontece por conta da burocracia. É preciso fechar a empresa em várias instâncias, no município, no estado, na esfera federal, na secretaria de meio ambiente. Essa dificuldade encontrada leva o empresário a dar continuidade à nova empresa, mas quando vai em busca de crédito no mercado para fomentar o novo negócio não consegue o dinheiro.

Há algum projeto do Sebrae para resolver essa questão e também agilizar o prazo de abertura de novas empresas que hoje levam um tempo médio de 119 dias?

Estamos trabalhando junto com o Sindicato das empresas de serviços contábeis (Sescon) em um projeto nesse sentido o qual conta com o apoio do governo do estado e que será em breve enviado à Assembleia Legislativa.

Então essa ação será suficiente?

Estamos lutando, mas se a sociedade não se organizar e fizer pressão para que essa burocracia seja eliminada, não vai mudar. Esse excesso de burocracia leva ao aumento da informalidade. Quem não sobrevive fecha e vai atrás de outras alternativas. Não se pode matar quem quer crescer.

Como o sr. classifica a burocracia? Ela é um vírus altamente contaminante. É preciso ficar atento a ela. Quando se tira de um lugar, rapidamente surge em outro.

O Sebrae foi um dos responsáveis por colocar as demandas das MPEs em evidência?

O Sebrae vem se movimentando nesse sentido há 40 anos. Nós fizemos um novo motor e uma nova roda, que nem o automóvel, que passou a dar uma velocidade importante ao setor.

Na sua opinião, o que pode ser feito para incrementar os negócios do segmento?

Gostaria de mudar, futuramente, essa classificação de MPEs. Ao invés de chamá-los de micro empresários, eu os chamaria de nanoempresários. Não é muito melhor?

Qual a razão para isso?

Quando se fala em micro, a associação que se faz é a micróbio. Então chamá-los de nano é muito melhor, que pode ser associado à criança por ser pequeno ou a essa fantástica nanotecnologia que faz coisas absurdas dentro de uma indústria e é bem recebida por todos. Essa seria uma das fórmulas para mudar conceitos, aliás já começou.

Uma pessoa nasce empreendedor ou se torna empreendedor?

É preciso mostrar ao cidadão que ele, ao trabalhar em uma empresa, já pode se considerar um empreendedor. Pois, está vendendo um conhecimento. Mas, de fato, há dois tipos.

Quais?

Há pessoas que nascem com o DNA de empreendedor, com vocação natural. Um bom exemplo disso é Steve Jobs, fundador da Apple. Ele não terminou a faculdade, mas dava aula para professores naquilo que fez. O outro tipo é aquele que se torna empreendedor por necessidade, porque precisa se manter. Geralmente é alguém que perdeu o emprego e precisa sobreviver e a alternativa que encontra é abrir um negócio.

E qual o trabalho do Sebrae com esses dois perfis?

Ao Sebrae cabe detectar quem é o vocacionado e quem precisa de ajuda. Mas é importante saber que os dois podem trabalhar juntos.

Então as escolas não são tão importantes para os natos?

É importante lembrar que uma coisa não pode prescindir a outra, se não houvesse escola, laboratório, ele não poderia fazer o que fez.

As grandes empresas são melhores que as pequenas?

As grandes um dia foram pequenas e para chegar lá elas precisaram sonhar e superar obstáculos. Uma grande empresa não é grande por si só.

Para se tornar grande, o que um pequeno empreendedor precisa fazer?

“Não tome elevador, suba escada”. Costumo usar essa metáfora para explicar que todos aprendem a cada etapa, em cada degrau percorrido. Cada passo soma conhecimento e quando se chega à cobertura dá-se mais valor a tudo quanto se aprendeu no subsolo. O horizonte foi ampliado e isso traz mais responsabilidade. Além disso, se o Brasil deseja fortalecer sua indústria é preciso que tragam os pequenos para atuarem juntos. O crescimento da classe C e D trouxe essa nova dimensão à economia e todos passaram a ser importantes. O Sebrae esta ensinando a ter sucesso e para isso colocamos à disposição do empresário um núcleo de inteligência.

Fonte : Brasil Econômico
30/10/2012

Ayres Britto confirma fax em nome de Marcos Valério

Brasília – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, confirmou hoje (30) que a Corte recebeu um documento, enviado via fax, em nome do publicitário Marcos Valério. Réu da Ação Penal 470, Valério é apontado como principal articulador do esquema de pagamento de propina a políticos conhecido como mensalão.

“Chegou um fax, que não posso dizer o conteúdo porque está sob sigilo, mas que é hiperlacônico”, disse o ministro. Segundo reportagem publicada pela revista Veja no último final de semana, o fax foi encaminhado no último dia 22 de setembro pelo advogado de Valério, Marcelo Leonardo, e falava que o publicitário tinha novas declarações a fazer sobre o esquema de corrupção.

De acordo com Ayres Britto, mesmo que Valério tenha mais informações sobre o assunto, isso não deve influenciar o julgamento da Ação Penal 470, que já está em sua fase final, mas ele ressalva que apenas o relator, ministro Joaquim Barbosa, pode definir o que fazer com novos dados que eventualmente chegarem ao Tribunal.

O ministro também desconversou sobre a hipótese das novas revelações influenciarem em uma pena mais branda ao publicitário, que já foi condenado a mais de 40 anos de prisão. “Olha, só posso dizer que fiz o que tinha que fazer, imprimi o sigilo e entreguei a ele [Barbosa]”.

Em relação ao pedido de retenção de passaportes para evitar fuga dos réus do mensalão, ainda não confirmado oficialmente, Britto disse que uma possível decisão sobre o assunto pode vir do relator ou do colegiado, mas que ainda não tem notícias sobre o andamento do assunto.

Débora Zampier - Repórter da Agência Brasil

Edição: Fábio Massalli

Fonte : Agência Brasil
30/10/2012 - 21h22

Tribunais não conseguem eliminar processos anteriores a 2007

Brasília – A Constituição garante a todos os cidadãos a duração razoável de processos na Justiça mas, na prática, é comum encontrar casos que se arrastam há décadas sem solução. Nos últimos anos, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vem monitorando e incentivando o desfecho desses processos por meio de metas anuais de julgamento, mas elas dificilmente são cumpridas.

O quadro voltou a se repetir em 2011. Segundo dados inéditos consolidados pelo CNJ, 73,3% dos tribunais brasileiros não conseguiram cumprir a meta para o julgamento de todos os processos recebidos até dezembro de 2006, a chamada Meta 2. Nas justiças do Trabalho, Eleitoral e Militar, o prazo era dezembro de 2007.

Segundo o conselheiro responsável pela divulgação do estudo, Guilherme Vasi Werner, é preciso levar em conta que a solução dos processos antigos nem sempre depende só do Judiciário. “Há casos complexos que ainda não estão prontos para julgamento ou que têm espaço para muitas etapas processuais, como no direito empresarial ou de família”.

O CNJ não tem o levantamento dos processos mais duradouros do país, mas no Supremo Tribunal Federal (STF), que não entrou no estudo do conselho, o caso mais antigo é de 1969. Atualmente sob relatoria da ministra Rosa Weber, o processo da área de direito civil envolve a anulação de ato jurídico e tem a União como autora. O último andamento ocorreu no dia 30 de janeiro de 2012.

Os juízes não são obrigados a julgar processos por ordem cronológica, o que colabora para que eles fiquem esquecidos nos gabinetes. Werner ressalva, no entanto, que nenhum tribunal ou vara passa por problemas sérios em gestão de estoque. “O CNJ invoca os tribunais a fazer o acompanhamento e a fazer com que os juízes identifiquem os processos mais antigos e deem prioridade a eles”.

Segundo Werner, os atrasos em tribunais mais movimentados também devem ter valor relativo. “Em um tribunal onde a taxa de congestionamento é grande, isso certamente afeta o cumprimento da Meta 2 [que trata dos processos antigos]”. A separação de metas de acordo com o porte do tribunal foi uma inovação introduzida apenas em 2012.

O excesso de processos em circulação explica, em parte, o desempenho de tribunais como os de São Paulo e Minas Gerais na liquidação de processos anteriores a dezembro de 2006, com taxas de 66% e 50%, respectivamente. Mas não explica porque o Piauí, considerado de pequeno porte pelo CNJ, julgou apenas 13,6% da meta sobre processos antigos, enquanto outros tribunais da mesma categoria, como o do Amapá ou o de Roraima, cumpriram mais de 95% do esperado.

Os 22 tribunais que conseguiram cumprir 100% da meta pertencem às justiças do Trabalho, Militar e Eleitoral. Na Justiça Federal, a média entre as cinco regiões ficou em 88,7%, e entre os tribunais superiores, apenas o Superior Tribunal de Justiça e o Superior Tribunal Militar apresentaram dados, com 89,9% e 97,5% de conclusão da meta, respectivamente.

O conselheiro Werner informa que, apesar da dificuldade no cumprimento das metas, elas continuarão a ser renovadas e reforçadas anualmente pelo CNJ, pois são um parâmetro de avaliação e incentivo à magistratura. A Meta 2 de 2012 e 2013, no entanto, foi reformulada, com faixas variáveis entre tribunais e tipos de Justiça.

Débora Zampier - Repórter da Agência Brasil

Edição: Graça Adjuto

Fonte : Agência Brasil
31/10/2012 - 6h02

Anterior
 1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  24  25  26  27  28  29  30  31  32  33  34  35  36  37  38  39  40  41  42  43  44  45  46  47  48  49  50  51  52  53  54  55  56  57  58  59  60  61  62  63  64  65  66  67  68  69  70  71  72  73  74  75  76  77  78  79  80  81  82  83  84  85  86  87  88  89  90  91  92  93  94  95  96  97  98  99  100  101  102  103  104  105  106  107  108  109  110  111  112  113  114  115  116  117  118  119  120  121  122  123  124  125  126  127  128  129  130  131  132  133  134  135  136  137  138  139  140  141  142  143  144  145  146  147  148  149  150  151  152  153  154  155  156  157  158  159  160  161  162  163  164  165  166  167  168  169  170  171  172  173  174  175  176  177  178  179  180  181  182  183  184  185  186  187  188  189  190  191  192  193  194  195  196  197  198  199  200  201  202  203  204  205  206  207  208  209  210  211  212  213  214  215  216  217  218  219  220  221  222  223  224  225  226  227  228  229  230  231  232  233  234  235  236  237  238  239  240  241  242  243  244  245  246  247  248  249  250  251  252  253  254  255  256  257  258  259  260  261  262  263  264  265  266  267  268  269  270  271  272  273  274  275  276  277  278  279  280  281  282  283  284  285  286  287  288  289  290  291  292  293  294  295  296  297  298  299  300  301  302  303  304  305  306  307  308  309  310  311  312  313  314  315  316  317  318  319  320  321  322  323  324  325  326  327  328  329  330  331  332  333  334  335  336  337  338  339  340  341  342  343  344  345  346  347  348  349  350  351  352  353  354  355  356  357  358  359  360  361  362  363  364  365  366  367  368  369  370  371  372  373  374  375  376  377  378  379  380  381  382  383  384  385  386  387  388  389  390  391  392  393  394  395  396  397  398  399  400  401  402  403  404  405  406  407  408  409  410  411  412  413  414  415  416  417  418  419  420  421  422  423  424  425  426  427  428  429  430  431  432  433  434  435  436  437  438  439  440  441  442  443  444  445  446  447  448  449  450  451  452  453  454  455  456  457  458  459  460  461  462  463  464  465  466  467  468  469  470  471  472  473  474  475  476  477  478  479  480  481  482  483  484  485  486  487  488  489  490  491  492  493  494  495  496  497  498  499  500  501  502  503  504  505  506  507  508  509  510  511  512  513  514  515  516  517  518  519  520  521  522  523  524  525  526  527  528  529  530  531  532  533  534  535  536  537  538  539  540  541  542  543  544  545  546  547  548  549  550  551  552  553  554  555  556  557  558  559  560  561  562  563  564  565  566  567  568  569  570  571  572  573  574  575  576  577  578  579  580  581  582  583  584  585  586  587  588  589  590  591  592  593  594  595  596  597  598  599  600  601  602  603  604  605  606  607  608  609  610  611  612  613  614  615  616  617  618  619  620  621  622  623  624  625  626  627  628  629  630  631  632  633  634  635  636  637  638  639  640  641  642  643  644  645  646  647  648  649  650  651  652  653  654  655  656  657  658  659  660  661  662  663  664  665  666  667  668  669  670  671  672  673  674  675  676  677  678  679  680  681  682  683  684  685  686  687  688  689  690  691  692  693  694  695  696  697  698  699  700  701  702  703  704  705  706  707  708  709  710  711  712  713  714  715  716  717  718  719  720  721  722  723  724  725  726  727  728  729  730  731  732  733  734  735  736  737  738  739  740  741  742  743  744  745  746  747  748  749  750  751  752  753  754  755  756  757  758  759  760  761  762  763  764  765  766  767  768  769  770  771  772  773  774  775  776  777  778  779  780  781  782  783  784  785  786  787  788  789  790  791  792  793  794  795  796  797  798  799  800  801  802  803  804  805  806  807  808  809  810  811  812  813  814  815  816  817  818  819  820  821  822  823  824  825  826  827  828  829  830  831  832  833  834  835  836  837  838  839  840  841  842  843  844  845  846  847  848  849  850  851  852  853  854  855  856  857  858  859  860  861  862  863  864  865  866  867  868  869  870  871  872  873  874  875  876  877  878  879  880  881  882  883  884  885  886  887  888  889  890  891  892  893  894  895  896  897  898  899  900  901  902  903  904  905  906  907  908  909  910  911  912  913  914  915  916  917  918  919  920  921  922  923  924  925  926  927  928  929  930  931  932  933  934  935  936  937  938  939  940  941  942  943  944  945  946  947  948  949  950  951  952  953  954  955  956  957  958  959  960  961  962  963  964  965  966  967  968  969  970  971  972  973  974  975  976  977  978  979  980  981  982  983  984  985  986  987  988  989  990  991  992  993  994  995  996  997  998  999  1000  1001  1002  1003  1004  1005  1006  1007  1008  1009  1010  1011  1012  1013  1014  1015  1016  1017  1018  1019  1020  1021  1022  1023  1024  1025  1026  1027  1028  1029  1030  1031  1032  1033  1034  1035  1036  1037  1038  1039  1040  1041  1042  1043  1044  1045  1046  1047  1048  1049  1050  1051  1052  1053  1054  1055  1056  1057  1058  1059  1060  1061  1062  1063  1064  1065  1066  1067  1068  1069  1070  1071  1072  1073  1074  1075  1076  1077  1078  1079  1080  1081  1082  1083  1084  1085  1086  1087  1088  1089  1090  1091  1092  1093  1094  1095  1096  1097  1098  1099  1100  1101  1102  1103  1104  1105  1106  1107  1108  1109  1110  1111  1112  1113  1114  1115  1116  1117  1118  1119  1120  1121  1122  1123  1124  1125  1126  1127  1128  1129  1130  1131  1132  1133  1134  1135  1136  1137  1138  1139  1140  1141  1142  1143  1144  1145  1146  1147  1148  1149  1150  1151  1152  1153  1154  1155  1156  1157  1158  1159  1160  1161  1162  1163  1164  1165  1166  1167  1168  1169  1170  1171  1172  1173  1174  1175  1176  1177  1178  1179  1180  1181  1182  1183  1184  1185  1186  1187  1188  1189  1190  1191  1192  1193  1194  1195  1196  1197  1198  1199  1200  1201  1202  1203  1204  1205  1206  1207  1208  1209  1210  1211  1212  1213  1214  1215  1216  1217  1218  1219  1220  1221  1222  1223  1224  1225  1226  1227  1228  1229  1230  1231  1232  1233  1234  1235  1236  1237  1238  1239  1240  1241  1242  1243  1244  1245  1246  1247  1248  1249  1250  1251  1252  1253  1254  1255  1256  1257  1258  1259  1260  1261  1262  1263  1264  1265  1266  1267  1268  1269  1270  1271  1272  1273  1274  1275  1276  1277  1278  1279  1280  1281  1282  1283  1284  1285  1286  1287  1288  1289  1290  1291  1292  1293  1294  1295  1296  1297  1298  1299  1300  1301  1302  1303  1304  1305  1306  1307  1308  1309  1310  1311  1312  1313  1314  1315  1316  1317  1318  1319  1320  1321  1322  1323  1324  1325  1326  1327  1328  1329  1330  1331  1332  1333  1334  1335  1336  1337  1338  1339  1340  1341  1342  1343  1344  1345  1346  1347  1348  1349  1350  1351  1352  1353  1354  1355  1356  1357  1358  1359  1360  1361  1362  1363  1364  1365  1366  1367  1368  1369  1370  1371  1372  1373  1374  1375  1376  1377  1378  1379  1380  1381  1382  1383  1384  1385  1386  1387  1388  1389  1390  1391  1392  1393  1394  1395  1396  1397  1398  1399  1400  1401  1402  1403  1404  1405  1406  1407  1408  1409  1410  1411  1412  1413  1414  1415  1416  1417  1418  1419  1420  1421  1422  1423  1424  1425  1426  1427  1428  1429  1430  1431  1432  1433  1434  1435  1436  1437  1438  1439  1440  1441  1442  1443  1444  1445  1446  1447  1448  1449  1450  1451  1452  1453  1454  1455  1456  1457  1458  1459  1460  1461  1462  1463  1464  1465  1466  1467  1468  1469  1470  1471  1472  1473  1474  1475  1476  1477  1478  1479  1480  1481  1482  1483  1484  1485  1486  1487  1488  1489  1490  1491  1492  1493  1494  1495  1496  1497  1498  1499  1500  1501  1502  1503  1504  1505  1506  1507  1508  1509  1510  1511  1512  1513  1514  1515  1516  1517  1518  1519  1520  1521  1522  1523  1524  1525  1526  1527  1528  1529  1530  1531  1532  1533  1534  1535  1536  1537  1538  1539  1540  1541  1542  1543  1544  1545  1546  1547  1548  1549  1550  1551  1552  1553  1554  1555  1556  1557  1558  1559  1560  1561  1562  1563  1564  1565  1566  1567  1568  1569  1570  1571  1572  1573  1574  1575  1576  1577  1578  1579  1580  1581  1582  1583  1584  1585  1586  1587  1588  1589  1590  1591  1592  1593  1594  1595  1596  1597  1598  1599  1600  1601  1602  1603  1604  1605  1606  1607  1608  1609  1610  1611  1612  1613  1614  1615  1616  1617  1618  1619  1620  1621  1622  1623  1624  1625  1626  1627  1628  1629  1630  1631  1632  1633  1634  1635  1636  1637  1638  1639  1640  1641  1642  1643  1644  1645  1646  1647  1648  1649  1650  1651  1652  1653  1654  1655  1656  1657  1658  1659  1660  1661  1662  1663  1664  1665  1666  1667  1668  1669  1670  1671  1672  1673  1674  1675  1676  1677  1678  1679  1680  1681  1682  1683  1684  1685  1686  1687  1688  1689  1690  1691  1692  1693  1694  1695  1696  1697  1698  1699  1700  1701  1702  1703  1704  1705  1706  1707  1708  1709  1710  1711  1712  1713  1714  1715  1716  1717  1718  1719  1720  1721  1722  1723  1724  1725  1726  1727  1728  1729  1730  1731  1732  1733  1734  1735  1736  1737  1738  1739  1740  1741  1742  1743  1744  1745  1746  1747  1748  1749  1750  1751  1752  1753  1754  1755  1756  1757  1758  1759  1760  1761  1762  1763  1764  1765  1766  1767  1768  1769  1770  1771  1772  1773  1774  1775  1776  1777  1778  1779  1780  1781  1782  1783  1784  1785  1786  1787  1788  1789  1790  1791  1792  1793  1794  1795  1796  1797  1798  1799  1800  1801  1802  1803  1804  1805  1806  1807  1808  1809  1810  1811  1812  1813  1814  1815  1816  1817  1818  1819  1820  1821  1822  1823  1824  1825  1826  1827  1828  1829  1830  1831  1832  1833  1834  1835  1836  1837  1838  1839  1840  1841  1842  1843  1844  1845  1846  1847  1848  1849  1850  1851  1852  1853  1854  1855  1856  1857  1858  1859  1860  1861  1862  1863  1864  1865  1866  1867  1868  1869  1870  1871  1872  1873  1874  1875  1876  1877  1878  1879  1880  1881  1882  1883  1884  1885  1886  1887  1888  1889  1890  1891  1892  1893  1894  1895  1896  1897  1898  1899  1900  1901  1902  1903  1904  1905  1906  1907  1908  1909  1910  1911  1912  1913  1914  1915  1916  1917  1918  1919  1920  1921  1922  1923  1924  1925  1926  1927  1928  1929  1930  1931  1932  1933  1934  1935  1936  1937  1938  1939  1940  1941  1942  1943  1944  1945  1946  1947  1948  1949  1950  1951  1952  1953  1954  1955  1956  1957  1958  1959  1960  1961  1962  1963  1964  1965  1966  1967  1968  1969  1970  1971  1972  1973  1974  1975  1976  1977  1978  1979  1980  1981  1982  1983  1984  1985  1986  1987  1988  1989  1990  1991  1992  1993  1994  1995  1996  1997  1998  1999  2000  2001  2002  2003  2004  2005  2006  2007  2008  2009  2010  2011  2012  2013  2014  2015  2016  2017  2018  2019  2020  2021  2022  2023  2024  2025  2026  2027  2028  2029  2030  2031  2032  2033  2034  2035  2036  2037  2038  2039  2040  2041  2042  2043  2044  2045  2046  2047  2048  2049  2050  2051  2052  2053  2054  2055  2056  2057  2058  2059  2060  2061  2062  2063  2064  2065  2066  2067  2068  2069  2070  2071  2072  2073  2074  2075  2076  2077  2078  2079  2080  2081  2082  2083  2084  2085  2086  2087  2088  2089  2090  2091  2092  2093  2094  2095  2096  2097  2098  2099  2100  2101  2102  2103  2104  2105  2106  2107  2108  2109  2110  2111  2112  2113  2114  2115  2116  2117  2118  2119  2120  2121  2122  2123  2124  2125  2126  2127  2128  2129  2130  2131  2132  2133  2134  2135  2136  2137  2138  2139  2140  2141  2142  2143  2144  2145  2146  2147  2148  2149  2150  2151  2152  2153  2154  2155  2156  2157  2158  2159  2160  2161  2162  2163  2164  2165  2166  2167  2168  2169  2170  2171  2172  2173  2174  2175  2176  2177  2178  2179  2180  2181  2182  2183  2184  2185  2186  2187  2188  2189  2190  2191  2192  2193  2194  2195  2196  2197  2198  2199  2200  2201  2202  2203  2204  2205  2206  2207  2208  2209  2210  2211  2212  2213  2214  2215  2216  2217  2218  2219  2220  2221  2222  2223  2224  2225  2226  2227  2228  2229  2230  2231  2232  2233  2234  2235  2236  2237  2238  2239  2240  2241  2242  2243  2244  2245  2246  2247  2248  2249  2250  2251  2252
Nova pagina 1
  COLUNAS LC
  Direitos das Mulheres
 Advocacia
 Assédio Moral
 Benefícios
 Biossegurança
 Bullying
 Cheques
 Cidadania
 Colunas
 Comunidade Jurídica
 Concurso Público
 Condomínios
 Conselho de Justiça Federal
 Contrato de Trabalho
 Defensoria Pública
 Direito de Família e Sucessões
 DNA
 Documentos
 Doenças Profissionais
 Dumping Social
 Educação
 Entrevistas
 Estagiários
 FGTS
 Frases Circunstanciais
 Fundos de Pensão
 Glossário
 Hist. das Constituições
 Horas Extras
 Imposto de Renda
 Info. Históricas do Brasil
 Injustiça
 Justiça na Alemanha
 Lei 11.382/06 - Lei de execução de títulos extrajudiciais
 Lei 11.441/2007
 Lei nº 11.232/22.12.2005- Lei de execução civil
 Política
 Prefeitos e Vereadores
 Repercussão Geral
 Saúde
 Servidor Público
 Sinopses de textos
 Textos diversos
  FAÇA LOGIN
Login:

Senha:



  PUBLICIDADE



  PESQUISA
O que achou do site?
Excelente
Ótimo
Bom
Razoável
Ruim