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Terceira Turma do TST retira multa de R$5 milhões do Flamengo

A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou o Clube de Regatas do Flamengo do pagamento de multa contratual no valor de R$ 5 milhões aplicada pelas instâncias ordinárias da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro com base na Lei Pelé (Lei nº 9.615/96), em razão do descumprimento de obrigações contratuais com o jogador Bruno Catasse Prandi, que teve uma passagem rápida pelo clube em 2002, onde atuou como goleiro.

Para a ministra Rosa Maria Weber, relatora do recurso, a cláusula penal prevista no artigo 28 da Lei Pelé não pode ser confundida com a multa rescisória do artigo 31, em caso de atraso no pagamento do salário do atleta por três meses ou mais. “Discute-se, aqui, se a inadimplência do clube no pagamento de direito do atleta e a rescisão do contrato de trabalho, em razão dessa mora, acarreta a aplicação do artigo 28 ou do artigo 31, ambos da Lei 9.615/98 – a chamada Lei Pelé”, explicou Rosa Weber.

Com base em precedente da Seção Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST, a ministra relatora acolheu o recurso do clube neste tópico. “ A SDI-1 desta Corte já teve a oportunidade de apreciar a matéria, cuja relevância e complexidade exigiram estudo aprofundado, e firmou o entendimento no sentido de que, na hipótese da rescisão indireta do contrato de trabalho, a entidade desportiva não se sujeita à cláusula penal, cabendo ao atleta ressarcir-se com a indenização prevista no artigo 31 da Lei Pelé”.

No recurso ao TST, a defesa do Flamengo sustentou que o contrato de trabalho do atleta foi extinto ao seu final (sete meses), e não houve rescisão unilateral por ato do clube. Alegou também que a cláusula é em favor da agremiação esportiva para os casos de rescisão antecipada do contrato de trabalho e, geralmente, não é paga pelo atleta, e sim pelo clube que o contrata. O goleiro recebia salário de R$ 15 mil mensais. O recurso do Flamengo foi conhecido e provido apenas no tocante à multa. Foram mantidas as demais condenações relativamente ao pagamento de salários atrasados, 13º salário, depósitos do FGTS e férias proporcionais ao atleta.

O presidente do Flamengo, Márcio Braga, acompanhou o julgamento da Terceira Turma do TST. Como torcedora do Internacional, a ministra Rosa Weber não escapou, após o julgamento, de comentários bem-humorados dos advogados e dos colegas de Turma a respeito da expectativa em relação ao jogo desta noite entre Flamengo e Inter, no estádio Beira Rio, em Porto Alegre (RS), pela Copa do Brasil. ( RR 111/2003-068-01-00.6)

Portuguesa Santista também não paga cláusula penal

Em outra decisão recente, a Terceira Turma havia adotado o mesmo entendimento ao rejeitar recurso de um ex-jogador da Associação Atlética Portuguesa, de Santos. Ele atuou no clube por apenas cinco meses e meio, em 2001, e, ao se desligar, ajuizou reclamação trabalhista na 6ª Vara do Trabalho de Santos (SP), na qual pedia diversas verbas – entre elas a multa prevista na cláusula penal.
A sentença de primeiro grau, favorável à pretensão do jogador, foi reformada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP). Ele então recorreu ao TST. O processo teve como relator o juiz convocado Douglas Alencar Rodrigues, que trouxe em seu voto precedentes do TST no sentido de que a cláusula penal, “como sucedâneo do extinto instituto do passe, não beneficia o atleta”. ( RR-446/2002-446-02-00.3)

(Virginia Pardal e Alexandre Caxito)

Fonte : TST
20/05/2009

Comissão discute acordo que cria Estatuto da Igreja Católica

Integrantes da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional se reúnem nesta tarde, às 16h30, para discutir o acordo assinado em 2008 pelo Brasil e pelo Vaticano (MSC 134/09) que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. Também foram convidados representantes do Ministério das Relações Exteriores e o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha.

O acordo foi discutido pela comissão no último dia 6 de maio, mas ainda não há consenso para votação. O presidente da comissão, deputado Severiano Alves (PDT-BA), propôs a reunião de hoje para ampliar o debate sobre o assunto.

O acordo trata de temas como imunidade tributária de entidades eclesiásticas; funcionamento de seminários e de instituições católicas de ensino; prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais; garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes; e visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.

Na reunião anterior, o coordenador da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), declarou que o tratado fere a separação entre Estado e Igreja prevista na Constituição. A bancada evangélica estará novamente representada na reunião de hoje.

Parecer sobre o acordo
O relator da proposta na comissão, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), ainda não apresentou seu parecer. Ele afirmou, porém, que o acordo com a Santa Sé não gera privilégios e que abre caminho para a assinatura de tratados relativos a outras religiões.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse à comissão que espera a aprovação do texto, pelo fato de ele ter sido objeto de muitas consultas no Brasil.

A reunião desta tarde ocorrerá no gabinete da Presidência da Comissão de Relações Exteriores. Entre os convidados estão a diretora do Departamento Europa do Ministério das Relações Exteriores, Maria Edileuza Reis; a ministra Vera Campetti, da Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares do Itamaraty; e o senador Neuto De Conto (PMDB-SC).

Íntegra da proposta:
- MSC-134/2009

Da Redação/PT

Fonte : Agência Câmara
Hoje - 20/05/2009 10h26

Quando os pais fazem toda a diferença - Parte I

“Menino, desliga a televisão e vá ler alguma coisa!” Em muitas casas esta cena é recorrente. Pois saiba que ela poderia ser evitada se os próprios pais dessem o exemplo e começassem a ler na frente de seus filhos, para mostrar a eles o quão interessante é o mundo das letras. “Ao ver os pais debruçados sobre os livros, a criança fica com a curiosidade aguçada. O exemplo dos familiares que convivem com ela é fundamental para que queira se tornar uma leitora”, diz a doutora em Literatura Juvenil e professora do curso de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Cátia Toledo Mendonça.

E a participação dos pais começa muito antes de a criança conhecer os significados que as letras tomam quando agrupadas em palavras e frases. Já no útero materno, os bebês são estimulados pelo som da voz da mãe, com o movimento dela em relação ao feto na sua barriga. “Isso ajuda a acalmar a criança e a acostumá-la com a voz humana e com o ritmo da fala”, conta a doutora em Literatura e professora do curso de pós-graduação em Literatura da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Marta Morais da Costa.

Essa é uma das provas de como é importante contar histórias aos filhos. Ao ouvir poemas, narrações, contos, as crianças precisam usar a imaginação para criar mentalmente o universo em que esses fatos narrados acontecem. Além disso, é dessa maneira que elas criam identidade com a família da qual fazem parte. “A história de um avô, de um acontecimento daquele dia, de como os pais se conheceram, tudo isso faz com que a criança aprenda a entender o mundo e a fazer parte dele”, diz a professora Marta, que também é especialista em literatura Infanto-juvenil. “Contar histórias é a porta de entrada para o mundo dos livros. Sempre dá recursos para a criança e facilita que ela desenvolva o interesse pela leitura.”

A importância da participação da família no estímulo à leitura ocorre também pelo fato de ela ser o primeiro grupo social do qual uma pessoa faz parte. “Ali ela recebe as primeiras informações sobre leitura. É olhando pais e irmãos mais velhos que uma criança tem a primeira impressão da leitura como algo obrigatório e chato ou divertido e prazeroso. Um jovem casal que tem o hábito de ler diariamente na frente de seu filho consequentemente fará dele um grande leitor porque ele tentará imitar os pais desde pequeno”, ressalta a diretora de ensino de educação infantil do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe/PR), Raquel Momm Maciel de Camargo.

Mas apenas os “causos” do cotidiano não são suficientes. É preciso contar histórias literárias, sejam elas grandes clássicos ou não. O importante é fazer com que os pequenos aprendam a viajar sem tirar os pés do chão. “A criança que é alimentada com histórias estimula a imaginação e desenvolve o prazer de viver aquelas histórias. A partir do momento que assimila esse prazer ao livro, mais tarde, por conta própria, ela vai buscá-lo sem que o adulto precise mandá-la”, afirma a professora Cátia. “Uma história contada em um filme é muito diferente do que foi imaginado na hora da leitura”, diz a diretora do Sinepe/PR.

“Ratinho de biblioteca”

O exemplo dos pais foi tão forte na vida de Giordana Vieira Zanetti Silva, que a menina, de apenas 10 anos, além de ser uma leitora voraz, tornou-se uma espécie de crítica literária mirim. “A Giordana tem um coleguinha na escola, cujos pais são diretores de uma editora. Sempre que um livro infantil vai ser lançado no mercado, eles convidam algumas crianças para lê-los e dizerem o que acharam do texto e das ilustrações”, conta o pai da garota, o médico Jordan Zanetti Silva. “Ela adora participar desse processo. Quando o convite chega, ela coloca na porta da geladeira e marca no calendário para que a gente não esqueça de levá-la. Já se sente uma crítica literária”, brinca o pai, que demonstra ter muito orgulho da filha.

O gosto pela leitura começou muito cedo. Tanto Jordan quanto Marli, mãe da menina, sempre leram juntos na frente de Giordana. Eles até instituíram um horário em que a televisão é desligada, para que todos possam ler tranquilos e unidos. “Desde pequena nós líamos as nossas coisas, e a Giordana, as dela. Assim que ela aprendeu a ler, começamos a frequentar bibliotecas da cidade. Já na primeira série da escola, ela ganhou o apelido de ‘ratinho de biblioteca’, dado pelas bibliotecárias do Colégio Bom Jesus”, diz Jordan. Ela chega a pegar dois livros por semana e é a aluna que mais faz empréstimos de obras na escola.

“Eu gosto mesmo muito de ler. Meus livros preferidos são o da coleção Salve-se quem puder, que mostram aventuras e buscas a objetos perdidos. Mas também leio jornais, para discutir com o meu pai quando ele chega em casa. E tudo isso começou porque minha mãe sempre me contou histórias para dormir”, conta Giordana, que se tornou um exemplo para seus colegas de classe. “Ela sempre tira notas boas, e as professoras gostam muito disso, não é mesmo? Mas seus amigos também. Ela é muito admirada”, conta o pai.

Contato com o livro deve começar na infância

Na fase da pré-alfabetização, em que muitas crianças nem foram à escola, é importante que os pais mostrem o livro, permitam que a criança brinque com ele e, é claro, sempre ensinem o respeito por aquela obra e não permitam que ela seja rasgada. Desenhar no livro é permitido. “É preciso que a criança ganhe intimidade com o objeto livro assim como ela tem com a bola, com a boneca ou com o carrinho”, diz Marta. E essa intimidade pode render algumas surpresas aos pais. “Temos crianças que aprenderam a ler aos 3 ou 4 anos porque foram construindo hipóteses de leitura e logo se alfabetizaram.”

Para que o trabalho de incentivo dos pais não seja perdido, a escola precisa ter professores capazes de indicar leituras que, ao mesmo tempo em que dão prazer, sejam instigantes para prender a atenção e para estimular o desenvolvimento crítico dos alunos. E mais uma vez, a família precisa valorizar essa leitura. “É necessário que os pais leiam o que os filhos leem para poderem debater assuntos da realidade deles”, afirma a professora Cátia, que pede que os pais vão ainda mais longe nesse momento. “A escola tem uma coisa muito ruim que é a cobrança. Um contraponto muito importante dos pais nesse sentido é o de oferecer uma leitura descompromissada. Sem que a criança precise ler a fim de fazer uma prova com data marcada.”

Fonte: Gazeta do Povo - Paraná

Portal do Consumidor
20/5/2009

Quando os pais fazem toda a diferença - Parte II

E o papel da escola nessa fase é mais científico, ou seja, é mostrar às crianças que existem diferentes formas textuais que coexistem com os livros narrativos, como manuais, textos informativos, de receitas, de diversão. “A escola não vai trabalhar apenas a leitura voltada para o prazer. Ela vai mostrar que tanto leitura quanto escrita têm diferentes funções sociais”, explica Raquel.

Adolescência

Mas, com o crescimento e amadurecimento infantil, todo esse trabalho que pais e escola tiveram durante a infância para cativar o leitor pode ser perdido se o adolescente não receber atenção especial. O problema está no fato de nessa faixa etária surgirem diversas distrações para a criança, como esportes, computadores, celulares, grupos de amigos que não têm o mesmo hábito e namoros, por exemplo. “O adolescente é mais autônomo, independente e faz escolhas que fogem do controle dos pais”, afirma a professora da UFPR Marta Morais da Costa.

Conquistar esse jovem não é fácil. Se ele, quando criança, tinha o hábito de ler, a tarefa torna-se um pouco mais simples, mesmo assim é muito difícil concorrer com as tecnologias atuais. “Para conquistar o leitor, vale de tudo. Não importa a mídia, se é eletrônica ou em papel. Temos que atrair esse adolescente para aquilo que ele gosta”, diz Marta. Segundo ela, o primeiro passo é escolher temas do cotidiano dele, como esportes ou jogos eletrônicos, por exemplo. O segundo, é utilizar a mídia com a qual ele mais se identifica, podendo ser até o celular. A partir disso, pode-se escolher o texto que vai atrai-lo. “Só depois de tê-lo ‘fisgado’ é que vamos passar aos poucos para leituras mais profundas, porque, afinal de contas, não podemos dar a ele somente aquilo que achamos que ele possa querer.”

Best sellers podem atrair o leitor

Muito criticados pelos estudiosos da Literatura, livros como as séries de Harry Potter ou Crepúsculo (a nova sensação entre os jovens e até entre adultos) são uma ótima porta de entrada da leitura para os jovens. “Fiz uma pesquisa com meus alunos de Letras. Aqueles que começaram lendo a Série Vagalume passaram mais tarde a outras obras mais profundas. Todos estavam no curso de Letras, o que significa que hoje leem Machado de Assis, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa. Eu acredito no processo de formação do leitor que tem a ver com leituras agradáveis e que, aos poucos, levam o próprio leitor a querer algo mais consistente”, afirma a professora Cátia, cuja tese de doutorado aborda a Série Vagalume, muito popular entre os adolescentes das décadas de 1980 e 1990.

Se com relação ao estímulo à leitura na infância o papel dos pais é mais relevante, na adolescência o professor tem papel fundamental para desenvolver este hábito. Principalmente quando ela é obrigatória para, por exemplo, ingressar na universidade. “A gente vira um contador de histórias ali na frente”, afirma o professor de Literatura do Curso Positivo Braz Ogleari. “Eu faço um resumo da história, do enredo. É como se fosse um trailer de cinema, que as pessoas assistem e depois querem ver o filme. Eu faço o mesmo com as obras literárias. Eu apresento as partes mais importantes para eles com suspense e dramaticidade. Também reforço a sensualidade dos personagens. Eles ficam curiosos e acabam lendo as obras pela própria vontade.”

A união que transforma

Não é fácil dar o exemplo para os filhos se os pais não costumam ler. Nesse caso, o primeiro passo é comprar jornais, revistas, gibis ou livros e colocar a mão na massa. O que importa é ler algo que lhe interesse, que o ajude no ambiente de trabalho ou que, simplesmente, lhe dê prazer. “Tem gente que tem vergonha de dizer que lê romances como Sabrina ou Julia. Eu sempre digo que é muito melhor ler essas obras do que assistir a programas dominicais de tevê”, diz a professora do curso de Letras PUCPR Cátia Toledo Mendonça. “O que vale é começar. Pode ser aos poucos, mas que seu filho perceba que isso é um hábito.”

Uma boa forma de tentar criar o hábito é participar de grupos de leitura em que os participantes estimulam uns aos outros. Os iniciantes podem ler um livro por mês. Já os mais adiantados conseguem ler um livro a cada quinzena ou até a cada semana. É o caso do grupo de leitura criado pela professora Marta Morais da Costa. “Montamos esse grupo há 10 anos na PUCPR. Depois disso desliguei-me da universidade e me afastei do grupo, mas as reuniões continuam”, conta a professora. A diferença é que elas agora acontecem nas casas dos membros e a cada 15 dias, em vez de semanalmente. “Lemos o livro antes de nos reunirmos e debatemos o estilo, o autor, o enredo e os personagens”, diz a chef de cuisine Regina Leitão. “Sempre gostei de ler e com o grupo li obras de literatura latino-americana que eu não imaginava serem tão boas.”

Divisão de responsabilidades

As escolas também podem adotar caminhos que vão além do currículo para estimular a leitura, sem que isso seja algo obrigatório ou que valha nota. Um exemplo é o Programa Palavra Viva, das Escolas Positivo, em Curitiba. Todos os alunos, desde a primeira série do ensino fundamental até o segundo do ensino médio, podem participar inscrevendo textos de qualquer gênero e de autoria própria. “Para que o aluno se sinta motivado a escrever, o professor traz outros textos além dos já recomendados em sala de aula. São poemas, crônicas, contos e notícias. Para poder escrever, eles acabam se dedicando muito à leitura”, diz a coordenadora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental das Escolas Positivo, Ana Maria Miranda. Os textos premiados são publicados em livro editado todos os anos.

Divisão de responsabilidades

As escolas também podem adotar caminhos que vão além do currículo para estimular a leitura, sem que isso seja algo obrigatório ou que valha nota. Um exemplo é o Programa Palavra Viva, das Escolas Positivo, em Curitiba. Todos os alunos, desde a primeira série do ensino fundamental até o segundo do ensino médio, podem participar inscrevendo textos de qualquer gênero e de autoria própria. “Para que o aluno se sinta motivado a escrever, o professor traz outros textos além dos já recomendados em sala de aula. São poemas, crônicas, contos e notícias. Para poder escrever, eles acabam se dedicando muito à leitura”, diz a coordenadora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental das Escolas Positivo, Ana Maria Miranda. Os textos premiados são publicados em livro editado todos os anos.

Fonte: Gazeta do Povo - Paraná

Portal do Consumidor
20/5/2009

Quando os pais fazem toda a diferença - Parte III

Um cantinho alternativo

Não apenas espaços públicos incentivam a leitura. Em Curitiba a livraria Bisbilhoteca Cultura Infanto-juvenil tem um conceito diferente das lojas de livros tradicionais. “Aqui nós realizamos sessões para contar histórias às crianças, temos colônia de férias com literatura e teatro e oficinas relacionando livros à história ou à arte”, conta a proprietária Cláudia Serathiuk.

Para participar das sessões de contação de histórias, é preciso pagar R$ 5, valor revertido em bônus para gastar na loja. “Temos clientes que participam de tantas sessões que acabam comprando livros sem precisar pagar nada a mais”, diz Cláudia. Na Bisbilhoteca, os clientes têm ambientes com sofás para lerem as obras dos mais variados gêneros e estilos. “Temos livros de culinária, literatura, de línguas, biografias, em alto relevo, tudo voltado para o público de zero a 12 anos.”

Cláudia, que diz ser apaixonada pela leitura e mãe de duas crianças, dá várias dicas aos clientes. “Acredito que o maior incentivo à leitura é a paixão que um adulto demonstra por essa atividade. Se a criança percebe que a leitura pode ser um ótimo lazer e que está associada ao prazer, à diversão, ela será uma ótima leitora! Desde a infância, a leitura compartilhada entre pais e filhos estreita os laços entre eles.”

Serviço: Bisbilhoteca – Rua Carlos de Carvalho, 1.166.

Como o hábito de ler pode virar em prazer de ler
Condições físicas – Esteja com o sono em dia, descansado e com boa visão (óculos e lentes de contato bem limpos e no grau certo).

Prepare o ambiente – Observe a iluminação e a posição do corpo. Um abajur focado na página e sentar com a postura ereta vão lhe garantir mais tempo lendo. Exercite sua capacidade de concentração – Qualquer coisa pode distrair quem não tem o hábito de ler. Então, nada de comer, beber ou ouvir música durante a leitura. Aprenda a se concentrar.

Comece e termine – Leia somente uma coisa de cada vez. A sensação de começar e terminar de ler lhe dará motivação para virar um leitor.

Tenha um leque – Descubra as várias opções de leitura. Escolha entre um livro, jornal ou revista.

Descubra um tema – Escolha um assunto que lhe seja agradável ou que você tenha muita curiosidade em saber.

Crie um ritual – Por um tempo escolha horário, frequência e local fixos.

Determine metas de leitura – Antes de iniciar, determine o mínimo de tempo ou páginas que se deseja ler.

Fonte: Édna Faust, da Amigos da Biblioteca.

Indicações
A Gazeta do Povo pediu a especialistas em Literatura e educação infantil que apontassem nomes de livros para leitores de diversas idades e fases. Confira a lista:

CRIANÇAS

0 a 3 anos • 1, 2, 3, mais uma vez!, de Julie Clough. • Cocô no trono, de Benoit Charlat. • De que cor você é?, de Corinne Albault e Virginie Guérin. • Esconde-esconde na escola, de Claudia Bielinski.

4 a 7 anos • Porcolino e papai, de Stephen Michael King e Margaret Wild. • Ler é uma gostosura!, de Todd Parr. • Uma história atrapalhada, de Gianni Rodari e Silvana Cobucci. • O que você está fazendo, Marcos?, de Marie-Louise Gay. • Eu tenho um pequeno problema, disse o urso, de Janisch Heinz e Silke Leffler. • Bibi vai a sua cama, de Alejandro Rosas. • Palavras, muitas palavras, de Ruth Rocha. • Grande ou pequena?, de Beatriz Meirelles.

0 a 9 anos • Histórias, quadrinhas e canções com bichos, de Heloísa Jahn. • Noites encantadas, de Dharmachari Nagaraja. • Conte uma história, de Celia Ruiz Ibanez. • Livro de histórias, de George Adams e Peter Utton. • Contos de Grimm, de Wilhelm e Jacob Grimm. • O menino maluquinho, de Ziraldo. • A operação do tio Onofre, de Tatiana Belinky.

9 a 12 anos • Sonhos fantásticos, de Colin Thompson. • Os meninos da Rua Paulo, de Ferenc Molnar. • A bolsa amarela, de Lygia Bojunga. • O vento nos salgueiros, de Kenneth Grahame. • A estranha madame Mizu, de Thierry Lenain. • A ilha perdida, de Maria José Dupré. • O rapto do garoto de ouro, de Marcos Rey. • A droga da obediência, de Pedro Bandeira.

JOVENS E ADULTOS

Iniciantes – É uma literatura mais leve, que fala de histórias fantásticas que atraem o leitor iniciante:

• Seda, de Alessandro Baricco. • A dançarina de Izu, de Yasunari Kawabata. • A pista de gelo, de Roberto Bolaño. • Contos Orientais, de Marguerite Yourcenar. • Relato de um certo Oriente, de Miltom Hatoum.

Intermediários – Para o leitor que já tem o hábito da leitura: • Nove noites, de Bernardo Carvalho. • A feiticeira de Florença, de Salman Rushdie. • A casa do sono, de Jonathan Coe. • O mestre, de Cólm Tóibin. • Homem Comum, de Philip Roth.

Mais experientes – Livros com linguagem mais complexa. Exige uma leitura prévia. • Rituais, de Cees Nooteboom. • Kafka à beira-mar, de Haruki Murakami. • Divisadero, de Michael Ondaatje. • Três Cantos Fúnebres para o Kosovo, de Ismail Kadaré. • Verão em Baden Baden, de Leonid Tsipkin.

Fontes: Livros infantis: Cláudia Serathiuk, da Bisbilhoteca – Cultura Infanto-Juvenil e Raquel Momm, do Sinepe/PR. Livros para jovens e adultos: Benedito Costa Neto, professor da disciplina de Estudos Literários do Centro Universitário Curitiba (UniCuritiba).

Fonte: Gazeta do Povo- Paraná

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