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  Medicamento Óleo de Lorenzo será fornecido a menino de 12 anos
   

Na sessão da 2ª Câmara Cível, por unanimidade, os desembargadores julgaram improcedente a Apelação Cível de nº 2012.001693-8, em que o Município de Ivinhema requeria sua exclusão da decisão de 1º grau que o incluiu junto ao Estado de MS para o fornecimento do medicamento Óleo de Lorenzo, para tratamento da doença do apelado de 12 anos.

O menor pertence a uma família humilde cujo único provedor é o pai e não pode arcar financeiramente com o tratamento da doença denominada adrenoleucodistrofia, que é genética e rara, mais conhecida como ALD e tem como tratamento o medicamento Óleo de Lorenzo, e seu custo mensal gira em torno de R$ 1.182,14.

A magistrada de 1º grau julgou procedente o pedido do menino e condenou o Município e o Estado de MS ao fornecimento do remédio pelo tempo que o recorrido necessitar do tratamento. O medicamento foi prescrito por médico habilitado, que informa em laudo, que o medicamento é capaz de aumentar sua sobrevida. O Município requer sua exclusão, devendo a condenação recair apenas sobre o Estado.

O Des. Julizar Barbosa Trindade, relator do processo, entende que a arguição de ilegitimidade passiva deve ser afastada e destaca o art. 196 da Constituição Federal, que “dispõe que o Estado, seja no âmbito federal, estadual ou municipal, é obrigado a fornecer a todo cidadão, sem distinção, a medicação necessária para a cura ou o tratamento de suas enfermidades, reconhecendo-se, portanto, a responsabilidade solidária entre eles”.

O relator, em seu voto e de acordo com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, decidiu pela manutenção da sentença. “O jurisdicionado não pode ficar à espera do tratamento de que necessita, devendo os entes públicos realizarem, entre si, convênios que viabilizem uma compensação e não pura e simplesmente se furtarem ao cumprimento de obrigação constitucional”.
 
Fonte : TJMS
01/03/2012 - 14:06


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